Comparativo: construção convencional vs. estrutura pré-moldada
Comparação prática de prazo e previsibilidade: entenda quando o pré-moldado tende a ser mais competitivo que o método convencional.

Prazos, riscos e previsibilidade no custo
A diferença mais sentida entre método convencional e pré-moldado costuma ser o cronograma. Industrialização reduz etapas dependentes de clima e cura em campo.
No custo, o pré-moldado tende a ganhar em previsibilidade: menos variação por retrabalho e menor risco de atrasos que elevam custos indiretos.
Por outro lado, exige decisão mais antecipada de projeto e logística: a obra precisa estar preparada para receber peças e montar na sequência planejada.
Quando existe urgência de ocupação, necessidade de vão livre e repetição de modulação, o pré-moldado costuma ser uma escolha com excelente relação prazo/valor.
Cronograma: onde cada método costuma ganhar
No convencional, o avanço depende muito de frentes de forma, armação e cura. No pré-moldado, a montagem é rápida, mas exige que fundações e logística estejam prontas.
Custo direto vs. custo indireto
Muitas comparações ignoram custos indiretos: mobilização, operação parada e atrasos. Em obras com prazo crítico, o método mais previsível costuma reduzir o custo total.
Qualidade e tolerâncias
Produção controlada tende a reduzir variações e retrabalho. Em estruturas com repetição, isso ajuda a manter padrão e reduzir correções.
Quando o pré-moldado é mais indicado
Quando há necessidade de vão livre, cronograma enxuto e escopo bem definido. Também é comum em galpões e CDs com repetição de modulação.
Quando o convencional pode fazer sentido
Projetos muito pequenos, com muitas incertezas e sem logística para transporte/montagem podem reduzir o ganho do pré-moldado. Ainda assim, vale comparar com base no escopo equivalente.


